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Archive for fevereiro \28\UTC 2010

Dieta da Gratidão

Você tem fome de quê? Você tem sede de quê? A gente não quer só comida… Hoje me inspirei ao refletir sobre um tipo de gratidão elementar, básica, cotidiana… a gratidão alimentar. Acordar, comer, trabalhar, comer de novo, descansar, trabalhar, comer outra vez, descansar… no corre-corre do nosso dia-a-dia nem sempre paramos para pensar na gratidão quanto a nossa alimentação. Isso inclui priorizar a escolha de alimentos mais saudáveis do ponto de vista nutricional, buscar uma dieta balanceada, variedade de alimentos e, sobretudo, a reflexão quanto a importância de sermos capazes de processar tudo isso!!!

Algumas pessoas que sofrem de privações alimentares, seja por restrição médica imposta, no caso de obesidade ou problemas específicos como colesterol alto e diabetes, bem sabem o quanto simboliza esse momento considerado muito simples para a grande maioria das pessoas… Particularmente tenho intolerância à lactose, desde a infância e,  sem exagero algum, minha mãe diz que o que me salvou quando nasci foi o Leite Ninho… assim, não posso deixar de expressar aqui a minha eterna gratidão à Nestlé, por essa assistência incomensurável… risos.

Em 2007 tive uma alergia generalizada em função de negligência aliementar e fui forçada a rever tudo… resgatei essa questão da intolerância à lactose… foram 29 anos com  overdose de ingratidão alimentar. Esquecimento? Insaciabilidade? Éééé… Nunca imaginei que uma mudança alimentar pudesse repercutir tanto em toda minha vida. Passei a administrar uma dieta mais rigorosa, e isso melhorou substancialmente a alergia.

Pensar em alimentação saudável deixou de ser um desejo apenas, era uma necessidade. O corpo tem limites… bem claros e definidos, alguns inclusive com influência genética. Sou grata por reconhecer à tempo que a alimentação vai além do prazer efêmero, do consumismo insaciável imediato, do quero porque quero… Alimentação saudável é expressão de auto-amor, auto-estima… alimentação desregulada é sinônimo de auto-desprezo, auto-destruição…

Proponho pensarmos no quanto dedicamos tempo e energias refletindo sobre o papel da alimentação nas nossas vidas, em ser grato por processar corretamente os alimentos, por não usar sondas para se alimentar, por poder preparar os alimentos, quando não cultivá-los ao natural. Saber conviver com as limitações, as privações é um segredo importante. Em tudo na vida há aprendizados explícitos e implícitos… por detrás de uma falta, existem farturas carentes de apreciação.

Mais uma vez a hipótese da gratidão emergir em contextos críticos faz sentido… Pessoas que passaram momentos de privação alimentar em suas vidas (fome), costumam ser mais gratas a alimentação, evitando, por exemplo, desperdícios. Outras tantas que nunca estiveram sob restrições, tendem a desperdiçar, esbanjar e gastar inutilmente, o que não lhes impõe falta. E há aqueles que, felizmente, aprenderam, mais cedo ou mais tarde, a valorizar a alimentação, de modo a sentir uma espécie de gratidão incondicional.

Na dieta da gratidão, você, leitor, reconhece, expressa e retribui ao seu corpo físico  o carinho, o amor e a estima por ele servir diuturnamente aos seus propósitos de vida? Você consegue sentir gratidão pelos alimentos que consome?

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Para Anselm Grün, muitas vezes, por detrás de uma atitude de ingratidão manifesta-se uma tal insaciabilidade. Uma avidez por devorar tudo, como um saco sem fundo, um buraco negro… o que não se basta, para o qual tudo é sempre pouco…

Na qualidade de publicitária, não poderia me esquivar da responsabilidade de tratar desse tema… o consumismo. O verbo ter, um dos mais conjugados nos dias atuais, pós-modernos, alimenta a tirania da posse, da falta, da visão egoística e hedonista de que tudo me pertence.

Um círculo vicioso que culmina na escravidão consentida, de inúmeros indivíduos que não conseguem simplesmente valorizar o que já tem, e vivem a incessante sofreguidão de consumir mais e mais.

O prazer fruto da insaciabilidade é tão efêmero, tão fulgaz, que a alienação é tamanha. O senso de necessidade é completamente distorcido e a pessoa se acha carente de tudo que é anunciado e divulgado pela mídia.

Uma vontade patológica impele o indivíduo a comprar, uma espécie de compulsão, na tentativa de suprir de imediato o falto. Vê-se uma profunda inaptidão para lidar com frustrações, uma tolerância baixa para o adiamento de gratificações e prazer.

A insaciabilidade, alimentada pelo consumismo, impede a pessoa de usufruir ou tirar proveito das coisas. Já que nada basta, antes de conseguir sentir gratidão pelo que acabou de comprar, e mais ainda pelo que já se tem, o indivíduo foca o pensamento em ter mais, no que lhe falta.

Precisamos ingerir água… mas não necessariamente água aromatizada H20…. comer alimentos… mas não necessariamente McChicken… usar roupas… mas não necessariamente  Zoomp… calçar sapatos… mas não necessariamente Democrata… o necessário e o desejado se confundem quando a porta da ingratidão fica aberta…

A voracidade do consumismo cultiva a ingratidão enquanto atitude… fica um eco… um gap entre o recebido e o apreciado… não há tempo suficientemente hábil para se processar a gratidão: reconhecer, expressar e retribuir. A gratidão é interrompida como um coito. Imagina a ingratidão de um ser humano que é insaciável por natureza e vive sem adiar gratificações (prazeres), adiando a expressão do sentimento de gratidão: Guardar gratidão para si gera uma dívida moral…. a famosa dívida de gratidão.

Pensemos nisso!!!

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Há gratidão sem empatia?

Em  O Poder da Empatia (2001) , Katherine Ketcham e Arthur P. Ciaramicoli fazem uma relação interessante entre a gratidão e a empatia. Para os autores sem empatia não é possível conseguir sentir gratidão.

Fiquei pensando nessa frase durante um tempo, procurando ler nas entrelinhas. Os dons de compreensão são característicos da manifestação empática e são expressos pela capacidade de se colocar no lugar do outro, sentir o que o outro está sentindo.

Vale à pena destacar que para esses autores a gratidão não é apenas um sentimento, ela é uma experiêncìa. Como tal, a gratidão que flui da empatia, natural, seria inesgotável, como uma fonte que nunca seca. Nesse círculo virtuoso, a gratidão fortalece a empatia, e vice-versa.

Se consigo ter empatia por alguém, sou capaz também, de reconhecer o que esta pessoa fez de bom para mim, e também, de expressar e retribuir essas benfeitorias. Assim, a gratidão cresce diretamente proporcional ao aumento da empatia, ao modo de uma curva exponencial.

Uma boa reflexão a se fazer, quando tiver dificuldade de expressar gratidão por alguém é pensar: como posso desenvolver a empatia por essa pessoa?

Na sua opinião, caro leitor, é possível vivenciar o sentimento de gratidão sem ter empatia? Em que contextos?

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Gratidão: o eterno e a privação

 

A falta ou a privação, ao contrário do que se poderia pensar, pode nos levar ao senso de gratidão. Há muitos relatos sobre pessoas que passam por situações críticas, contextos de risco, tais como uma catástrofe natural, a perda de um emprego, uma separação, a perda de um ente querido, e que, a partir daí, despertam a gratidão pela vida.

Como diz Benjamin Franklin… “só damos valor a água no dia que o poço seca”. Esse raciocínio me levou a pensar na relação entre o “eterno” e a “privação” no contexto da gratidão.

Em geral, as pessoas vivem achando que tem o direito de ter coisas. Simplesmente, desfrutam de um privilégio particular, o qual justifica não desenvolver uma atitude de gratidão.

Vivem pensando que tudo é eterno e, portanto, não haverá falta. Os pais não morrerão, a comida não acabará, o marido estará sempre ao seu lado, os filhos jamais irão embora… para quê sentir gratidão por isso tudo?

A abundância, a fartura e a opulência são condições desfavoráveis ao despertar da gratidão, pois incitam no homem comum a insaciabilidade – o desejo de ter, cada vez mais, sem limites. O indivíduo açorado, ávido e cobiçoso não é capaz de enxergar o essencial que, para Antoine de Saint-Exupéry, no livro O Pequeno Príncipe, é invisível aos olhos.

Penso que a vida é calculista e didática, pois nos apresenta diariamente um confronto entre o eterno e a privação. Nunca sabemos quando seremos privados de algo e, muito menos, o quão eterno será o nosso passamento.

Se tiver o senso de privação em mente, não no sentido de lamúria, e sim de autoconsciência, a pessoa tende a valorizar mais o que lhe é ofertado. Isso amplia ainda a compreensão das leis cósmica que regem o dar e o receber, a causa e o efeito, as noções envilecidas de privilégio em contraste com a noção lógica do mérito.

Que seja eterno enquanto dure… Essa frase exprime o senso de valor do momento, do processo, da jornada, do caminho… A gratidão pela perenidade da nossa consciência precisa ser expressa a cada instante, seja cuidando com carinho do corpo físico, da alimentação, da saúde, fazendo exercícios… seja valorizando os laços familiares, as reconciliações, as auto-superações… aproveitar o aqui e agora para retribuir a gratidão sentida.

Chegaremos algum dia no momento em que não necessitaremos mais da privação para despertar a gratidão? Seremos capazes de ser grato por tudo e por todos, o tempo todo, independentemente de quanto tempo vai durar e se será ou não eterno?

Se ainda precisamos sentir a falta para valorizar, é porque não sabemos lidar com a abundância, e tendemos ficar cegos diante da fartura.

Você, leitor, se sente privado de algo ou alguém, hoje, na sua vida? Consegue reconhecer, expressar e retribuir a gratidão despertada nesse contexto? Qual o seu nível de insaciabliidade e alienação quanto a eternidade das coisas e pessoas?

Independente da sua resposta, lembre-se.. SEJAMOS GRATOS SEMPRE!

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 A gratidão horizontal tem mais força!

O termo pújá significa em sânscrito um comportamento universal de gratidão, vivenciado em sentido hierarquicamente ascendente.  Isso significa dizer que ele ocorre na relação  filho/pais, aluno/professor, discípulo/mestre, devoto/divindade. Diz-se que jamais ocorre o contrário. E, em essência, se caracteriza como uma manifestação de gratidão vertical, de baixo para cima, uma reverência ou oferenda, por lealdade ou devoção.

No livro “A Força da Gratidão – Pújá, Sérgio Santos (2006) aborda as nuances da teoria e prática do pújá, que se expressa através de pensamentos, palavras, gestos e obras.

Embora seja apresentado como primeiro livro a desmistificar o assunto, a prática do pújá tem raízes nas tradições hindus e na filosofia do Yôga. O livro explora mais o sentido místico da gratidão, daquele que assume a auto-insuficiência perante o outro, sempre maior, mais forte, a ser venerado, adorado. Não menosprezando, é claro, o aspecto cultural da gratidão intergeracional, característica marcante do tratamento oriental distinto, aspecto positivo, fruto da experiência de vida.

No aspecto filosófico o pújá é rico de sabedoria, pois visa agir com abnegação e sem esperar retorno, motivado pela  simples e espontânea satisfação pelo agradecimento, o ato de servir e se doar. 

Mas, pensemos, a gratidão não seria, em tese,  horizontal? Para mim, é. É uma via de mão dupla, que pode tanto se manifestar do pai com relação ao filho, e do filho com relação ao pai, por exemplo.

A homenagem e a honra de receber um auxílio de alguém considerado especial desperta não raro um sentimento de gratidão. O pújá tem um sentido de gratidão inato, mais relacionado com o respeito e  humildade, fruto do reconhecimento com o preceptor, aquele que transmite conhecimentos. Nesta intenção, pode ser considerado uma retribuição de carinho ou uma atitude de agradecer, antes mesmo de receber, o que em si é nobre.

Haveria relação entre adoração e gratidão? O pújá é adoração para o Hinduísmo, e assemelha-se a algumas práticas de artes marciais orientais. Diz-se que a gratidão do discípulo aumentaria a empatia, a sintonia para com o mestre, e facilitaria o aprendizado. 

Adoração, amor extremo, culto, homenagem e veneração exagerada… expressões que pouco combinam com a gratidão… um sentimento espontâneo, simples, sereno, lógico, racional.

A gratidão horizontal, a que flui de um indivíduo para o outro, no momento em que este reconhece, expressa e retribui o sentimento de gratidão vivenciado, ao receber um auxílio, um benefício assistencial concedido, por alguém que é considerado benfeitor.

A gratidão vertical, no sentimento cultural de adoração da sua expressão, é muito emocional, extremada, pulsional, instintiva… gera mais co-dependência, não estimula a auto-estima e a autosuficiência, ainda que, em si, a gratidão não deixe de exprimir uma lacuna existencial que é prestimosamente preenchida. 

Adoração é falta de inteligência! É cegueira mental!. É paixão subserviente! Servilismo burro! Que a essência positiva do pújá seja repensada, desmistificando e desmitificando a sua prática, tornando-a mais horizontal, e menos vertical. Assim, sem dúvida, a força da gratidão será bem maior e mais eficiente, e conseguiremos sobrepujar a reflexão e o discernimento na vivência da gratidão, um sentimento elevado, fruto da inteligência lógica.

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Gratidão no Tempo

 

Não deixe de reconhecer hoje, o que você pode agradecer amanhã.

O tempo é infalível em se tratando de gratidão. Tive essa idéia quando lembrei dos meus pais. Seios de gratidão natural, fruto da genética, o reconhecimento da ajuda dos pais é patente em ambas culturas, oriental e ocidental.

Em uma fotografia de quase dois anos, me vi amparada literalmente pelos meus pais, na primeira caminhada pós cirurgia. Um encontro marcante, ímpar e inesquecível. Fora o auxílio físico, fundamental para minha recuperação naquele contexto, o ato de estar naquela situação trinta anos depois, me fez pensar na gratidão com relação ao tempo.

Convivi com meus pais até os 23 anos, quando sai de casa para morar em outra cidade. Até então, embora já tivesse algum  nível de conscientização quanto ao tema, gratidão para mim ainda era mais teoria do que prática. Não tinha noção do quantum de energia recebida, ou seja, do montante assistencial depositado em mim, pelos meus pais, em termos de educação, sociabilidade, confiança, carinho, amizade, etc. Era rica e não sabia…

Corroborando a tese de que a gratidão desperta em situações críticas e contextos de risco, a partir daquele momento, fui intimada a rever meus valores, princípios e estilo de vida. Uma frase de uma amiga de uma amiga me fez muito sentido na ocasião: à luz da minha morte iminente… tal e tal… Partindo desse ponto, toda e qualquer reflexão toma outros contornos em se tratanto de ver e viver a vida.

Cheguei a conclusão de que a gratidão faz parte do universo das manifestações conscientes de maturidade do indivíduo. Assim, para perceber e expressar tal sentimento, a pessoa precisa qualificar os valores de vida. E, somente após o episódio crítico da cirurgia, consegui atinar para tal fato.

Mas agora que vem a questão do tempo… pouco me importa seu carinho agora, se para mim a vida terminou… diz Marisa Monte. Depois de trinta anos, quando já não estou tão próxima, me sinto tão grata a meus pais. Que ironia do destino! Que traição do tempo!

A frase popular eternizada pelo tempo já dizia: A gente só dá valor as coisas quando se perde. Felizmente não perdi meus pais, e posso, mesmo à distância, manifestar agora  e sempre, a eterna e sincera gratidão por eles existirem, por serem quem são, o que pra mim, por si só, já basta.

A maturidade é filha do tempo, tempo esse bem aproveitado, bem vivido, de boa serventia para os outros, sempreaprendentes. A gratidão é semente que germina fácil no solo da lógica, do discernimento e da amizade. Mais uma deixa pra pensar: O segredo não é correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim para que elas venham até você.

As mais belas flores do meu jardim da gratidão aos meus amados e queridos pais educadores e educadores pais. Sempre é tempo de agradecer!!!

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Mestrado em Gratidão

A conquista do mestrado foi um processo interessante para se pensar a gratidão… Um objetivo definido, claro, preciso… prazos, etapas, editais… seleção, provas, projeto… um passo a passo meticuloso para quem deseja seguir a carreira acadêmica.

Desde o  momento que tentei o mestrado pela primeira vez, inspirada por uma amiga, poucos meses depois de uma cirurgia séria que fiz, percebi que uma teia de pessoas começaram a fazer parte.  Aqui e ali, fui ajudada, inspirada, com contribuições de leitura, escrita, revisão e argumentação, seja de amigos, professores, familiares, colegas… pessoalmente, à distância, por telefone, email e até mesmo em viagem, de ônibus, de avião… a caminho.

Certa vez fiz um mapa mental de “todas” pessoas envolvidas numa questão crítica, que foi a minha cirurgia de Angioplastia. Nomes e mais nomes, de pessoas conhecidas e outras anônimas, foram esmiuçados numa grande teia de gratidão.

Pessoas que direta ou indiretamente, me auxiliaram a alcançar o objetivo final. Seja da descoberta do diagnóstico, do sucesso da cirugia… Essa lista coloquei num pequeno caderno de anotações, para nunca mais esquecer.

Mesmo com todo apoio, da teia afável e grata, e mesmo sendo exemplar na seleção, tirando primeiro lugar na prova escrita, dentre 80 candidatos, não fui selecionada ao final, ao contrário do que todos esperavam.

Esse fato foi importante no sentido de despertar o senso de gratidão genuíno e não condicional ou oportunista. Independente de qualquer coisa, do resultado em si, o que mais vale à pena é a jornada, o caminho, o percurso. Foi nesse sentido que, ao invés de desvalorizar o esforço empreendido, não só por mim, mas por todos envolvidos, resolvi investir ainda mais para alcançar esse objetivo.

Essa postura fortaleceu a teia já constituida e aumentou a autoconfiança para continuar. Fui ser aluna especial, conhecendo de perto o processo acadêmico, fazendo contatos, observando o ambiente. Assim consegui render bons frutos, me dedicando a suprir carências identificadas no processo seletivo anterior: o curriculo e o entendimento do fluxo de trabalho e interesses políticos da academia. Foi um grande avanço em termos de compreensão do que eu realmente pretendia e do que era preciso para chegar até lá.

Uma espécie de gratidão cultivada se fez presente nessa etapa, na qual já estava ciente da composição fundamental da teia. Parece que você começa conspirar ao seu favor, e o cosmo responde positivamente. Consegui publicar artigos em dois eventos, apresentei um artigo em dois congressos, alguns posters em outros eventos científicos, e a coisa foi caminhando.

Amigos, amigos de amigos, colegas, viagem internacional, viagem interestadual, intermunicipal… o bolsão foi se expandindo e a gratidão só aumentando. Uma círculo virtuoso…

Das reflexões que pude fazer desse episódio, que felizmente culminou com a minha aprovação no mestrado, pretendo destacar a questão da autolucidez do processo, da constituição dessa teia de gratidão, do reconhecimento consciente de todas as pessoas que ajudaram e continuam ajudando até hoje.  E também, do apreço pelo caminho, pela jornada vivenciada, a cada momento, aprendendo com os erros, se fortalecendo para ir em frente, numa constante e ininterrupta autossuperação.

Aos “mestres”, com carinho, e aos “doutores” também, a minha mais sincera gratidão por todo auxílio recebido e preciosamente aproveitado. Espero retribuir à altura, oportunamente e sempre!

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